quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Exposição "A Nossa Gente a Nossa Terra - A arte do linho"

A nossa gente... A nossa terra...

O nosso tema "O Património de Lousada" tem mais para vos apresentar, desta vez uma exposição sobre a arte do linho que toda a comunidade poderá apreciar de 4 a 7 de Março na biblioteca da nossa escola. APAREÇAM !!



Exposição "A Nossa Gente a Nossa Terra - A alta joalharia"

A turma EFAB3 organizou mais uma exposição sobre o Patrimonio Artesanal do nosso concelho, desta vez alusiva ao tema "A Alta Joalharia".
Nesta exposição puderam-se apreciar algumas das peças exclusivas que o Sr.José Rui Ferreira teve a amabilidade de nos ceder. Foram muitas as pessoas que, na biblioteca da Escola Secundária de Lousada, admiraram a beleza do trabalho deste nosso artesão.
Aqui deixamos algumas fotos para que possa (RE)ver esta maravilhosa arte.


Galeria de fotos da exposição de joalharia


quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

A Nossa Gente A Nossa Terra - Joalheiro

Mais uma conversa enriquecedora, com gente da nossa terra.
Desta vez, JOSÉ RUI FERREIRA, artesão em joalharia, foi o entrevistado.

No dia 13 de Fevereiro, os formandos da turma EFA B3 escolar visitaram a oficina do artesão José Rui Ferreira, 38 anos, natural de LOUSADA, reconhecido pelo trabalho que tem vindo a desenvolver, com grande mérito, no ramo da joalharia.

Quisemos conhecer melhor esta personalidade bem como todos os pormenores da actividade que exerce há vários anos.
É um trabalho delicado, primoroso e de grande minúcia que este artesão de LOUSADA teima em aperfeiçoar, modernizar e fazer chegar ao maior número de pessoas possível, apesar das adversidades que vai encontrando pelo caminho.
É que, apesar de ter descoberto esta paixão por acaso, a vida e, principalmente, o seu interesse, empenho, criatividade, paciência, persistência, competência, talento e profissionalismo, fizeram o essencial e transformaram pequenos momentos de casualidade numa arte que está à vista de toda a gente.
A ESCOLA SECUNDÁRIA /B3 de LOUSADA vai poder apreciar de perto algumas das suas obras de arte e conhecer melhor este talentoso artesão em joalharia que de tudo tem vindo a fazer para conquistar um público cada vez maior e fronteiras cada vez mais promissoras.

PORQUE, há valores que vale a pena (re)conhecer !!!

Turma EFA – Com que idade começou a trabalhar nesta arte?
Comecei a trabalhar nesta arte com a idade de 16 anos. Nessa altura, andava a estudar, mas cedo me apercebi de que o meu futuro não passava por aí. Tomei a decisão de deixar a escola e fui trabalhar. A minha paixão era o hóquei patins e nem sonhava que viria a exercer este ofício.
Turma EFA - Como é que surgiu este interesse?
Desde muito novo que nas férias ia para as oficinas de jóias da família, no Porto - joalharias Artejoias - pertencentes ao meu padrinho. Na altura, chamavam-me para lá para aprender a soldar.
Turma EFA - Soube logo que esta seria a sua actividade futura?
Não, nunca pensei muito nisso. À medida que o tempo foi passando é que me fui apercebendo que poderia ser este o meu caminho.
Turma EFA - O que é que tem feito a nível de formação profissional para chegar até aqui?
Não fiz nenhuma formação em particular. A minha mais valia foi e são os muitos anos de experiência numa alta joalharia onde fiz de tudo. Sou dos poucos joalheiros que inicia e acaba a peça na minha oficina, uma vez que tudo é feito por mim, incluindo o engaste ou cravação das pedras no ouro ou prata.
Turma EFA – Quais os materiais que utiliza no seu trabalho?
Concebo peças em ouro e prata com a ajuda de todo o tipo de ferramenta de ourives mais artesanal e com ferramentas e máquinas mais modernas que tenho vindo a adquirir, no sentido de modernizar a minha oficina e atribuir ao meu trabalho mais rapidez e qualidade.
Turma EFA – Há algum material que goste mais de trabalhar?
O que gosto mais de trabalhar são o ouro e os diamantes. O ouro é mais fácil de trabalhar. No entanto, trabalho mais a nível da prata porque o ouro, actualmente, não é muito procurado. Neste momento, o que as pessoas mais compram são peças em prata.
Turma EFA – Quais as peças que gosta mais de executar?
Gosto imenso de fazer anéis. São peças que me seduzem pois, permitem dar asas à minha criatividade.
Turma EFA – Normalmente, onde é que vai buscar a inspiração para criar as suas peças?
Tento estar atento a tudo o que me rodeia bem como às tendências actuais da moda, através da Internet. Depois, tudo se passa a nível individual, no meu pensamento. As ideias vão saindo naturalmente. Mesmo que isso aconteça às 3 ou 4 horas da manhã, levanto-me logo, vou fazer o esboço para depois fazer o molde e materializar a peça que imaginei.
Turma EFA – Quando cria as suas peças, segue apenas o seu instinto ou pressupõem um tema, uma colecção com um estilo próprio?
Na base do meu trabalho está um estilo muito próprio, só meu. No entanto, a este meu estilo vou juntando uma determinada linha, consoante as cores e tendências da moda.
Turma EFA – Consegue fazer desta actividade a sua única fonte de rendimento?
Consigo, porque o que faço são peças que não existem no mercado e as pessoas, cada vez mais, procuram peças invulgares. Há cada vez mais pessoas a apreciarem esta arte e a adquirirem este género de peças.
Turma EFA – Onde é que se podem encontrar as suas peças à venda?
Para além de algumas ourivesarias espalhadas pelo país, as minhas peças podem ser adquiridas no espaço AJE, aqui em Lousada, e nas exposições e feiras em que participo e que são cada vez mais.
Turma EFA – O que é que lhe falta para se sentir mais realizado, a nível profissional?
Gostava muito de sair um pouco mais do anonimato e de ser mais reconhecido pelo trabalho que desenvolve.
Turma EFA – Gostaria de deixar alguma sugestão, algum testemunho relacionado com a sua arte?
O que eu gostava era que as pessoas dessem mais valor à arte, aprendessem a apreciar aquilo que tem qualidade e que é feito com dedicação e perfeição e não se deixassem iludir pelo barato.
Turma EFA – Acha que se faz muito pelo artesanato, em Lousada?
Sim, não me posso queixar. A Câmara Municipal de Lousada tem vindo a apoiar cada vez mais o artesanato, nomeadamente através de actividades de divulgação como por exemplo no espaço AJE, nas Agendas Municipais, na Internet, entre outras iniciativas.

Turma EFA B3 escolar

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

trabalhos realizados no 1º periodo

No primeiro período desenvolvemos o nosso primeiro tema de vida, " mente sã em corpo são.."
Realizamos vários inquéritos sobre higiene e alimentação, elaboramos o organograma do Ministério da saúde, um panfleto informativo sobre o serviço S24 e uma exposição de trabalhos sobre distúrbios alimentares e alimentação saúdavel. No âmbito desta exposição criamos uma roda dos alimentos real e mesas semáfros que indentificavam o tipo de alimentação de acordo com a cor do semáfro: verde para alimentos saúdaveis; laranja para alimentos menos saúdaveis; e vermelho para alimentos a evitar.
Aqui ficam alguns destes trabalhos.


Inquérito higiene

Inquérito Saúde

Inquérito Alimentação

Gráficos Inquéritos (Estatística)

Oranograma Ministério da saúde

Panfleto serviço S24

Apresentação Sobre Distúrbios Alimentares

Apresentação Alimentação (Inglês)


O Mistério do Bilhete de Identidade

Certamente já ouviste alguém dizer que o algarismo suplementar que se segue ao número do Bilhete de Identidade indica o número de pessoas em Portugal que têm um nome exactamente igual ao do portador do BI.

Afinal de contas, o que representa o misterioso algarismo suplementar que se segue ao número do nosso BI?

Em primeiro lugar, ele não representa o número de pessoas com o mesmo nome ou qualquer outra disparatada hipótese deste tipo.

O algarismo suplementar é apenas um algarismo de controlo que serve para detectar se o número do BI está correctamente escrito ou não. Na verdade, o número extra é apenas um algarismo de controlo de erros que serve para o sistema detectar se o número do BI está correcto ou não, vejamos como:

Para um número de BI do género abcdefgh-i, em que i é o algarismo suplementar, deverá ser válida a seguinte condição:

(9xa)+(8xb)+(7xc)+(6xd)+)+(5xe)+(4xf)+(3xg)+(2xh)+i= a um múltiplo de 11.

Por exemplo, relativamente ao número de BI 11234654, para calcularmos o algarismo de controlo teríamos de fazer os seguintes cálculos:

(9x1)+(8x1)+(7x2)+(6x3)+(5x4)+(4x6)+(3x5)+(2x4)=116

vamos verificar se este número é múltiplo de 11 dividindo-o por 11. 116:
11=10,545454... . Não é múltiplo de 11 porque não dá um número inteiro! Se desse um número inteiro o algarismo suplementar seria 0(zero). Neste caso 116 = 10x11 + 6. Se adicionarmos 5 unidades ficamos com um múltiplo de 11 (porque 6+5=11). Assim 5 será o algarismo suplementar para este número de BI.

Agora ao contrário, verifiquemos se um número de BI está correcto, por exemplo:
33175385-1 (se é que existe...)
Façamos:

9x3+8x3+7x1+6x7+5x5+4x3+3x8+2x5+1=187

Como 187:11 = 17 o número está correcto!

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

"O Trio" in Jornal de Lousada

A nossa entrevista ao cesteiro Lousada, Sr. António Peixoto de Magalhães, foi recentemente publicada no Jornal de lousada. Aqui fica o Link para a notícia

A Nossa Gente... A Nossa Terra...